A globalização dos mercados e o ritmo acelerado
do progresso tecnológico impõem a necessidade
de compartilhar recursos e experiências. Só assim,
micro e pequenas empresas poderão reduzir os efeitos
de problemas como produção insuficiente, pequeno
volume de vendas, inexistência de economia de escala e
barreiras de mercado. Problemas que ocasionam a morte prematura
de muitos negócios.
O associativismo vence as múltiplas facetas do isolamento,
representadas por alguns dos problemas abaixo:
» Raramente, micro e pequenas empresas podem, sozinhas,
adotar ações de marketing, como análises
de oportunidades e estudos de mercado.
» Sem recursos para desenvolver tecnologia, caem na
armadilha de permanecer aferradas aos processos tradicionais
de fabricação e, assim, perdem posição
no mercado.
» Com baixo poder de barganha, pagam mais por matérias-primas
e outros insumos que utilizam.
O associativismo possibilita o acesso a muito mais recursos
do que qualquer empresa ou profissional possui de forma isolada.
Entretanto, é conhecida a alegação de
que as barreiras culturais o impediriam de se tornar uma realidade
no país. O associativismo é uma realidade de
norte a sul do Brasil, mais do que isso: impulsiona qualquer
tipo de negócio.
“Uma união de pedras é edifício:
uma união de tábuas é navio; uma união
de homens é exército. E sem essa união
tudo perde o nome e mais o ser. O edifício sem união
é ruína; o navio sem união é naufrágio;
o exército sem união é despojo. Até
o homem (cuja vida consiste na união de alma e corpo)
com união é homem, sem união é
cadáver.
Pe. Antônio Vieira (1608-1697)
(Fonte SEBRAE).
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